"Cristãos na teoria nem sempre são
discípulos na prática"



quarta-feira, 14 de julho de 2010

Arriscar muito por quase nada!



















“Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?” (Marcos 8.36).

Um menino pequeno estava brincando com um vaso valioso. Ele colocou sua mãozinha dentro do vaso, e percebeu que não conseguia tirá-la. Ansioso, chamou seu pai, mas este também não conseguiu soltar a mão do filho, por mais que puxasse e virasse. A família inteira veio e ficou ao redor do garoto. Já discutiam a pos­sibilidade de quebrarem o objeto quando o pai mostrou mais uma vez ao menino como esticar os dedos para tentar passar na abertura. O filho chorou: “Não posso fazer isso, vou perder meu dinheiro!” Ele quis pegar uma moedinha que caíra dentro do vaso, e fechara o punho para a moeda não escapar. Um vaso caro quase foi vítima de uma moeda cujo valor era infinitamente menor.
Talvez essa seja uma situação engraçada. Mas nossa atitude é diferente quando arriscamos nossa bênção eterna por causa dos prazeres passageiros desta vida? Quantos de nós não estamos segurando uma “moeda”? Quem não abre mão do prazer do pecado não pode ser livre da escravidão dele nem obter a vida eterna.
Portanto, cada um tem de analisar seriamente o que tem considerado mais valioso que a salvação eterna. O que tem nos impedido de revelarmos nossa culpa diante de Jesus Cristo e de aceitar Seu perdão?
A pergunta: “Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?”, não é somente uma frase vazia. Medite sobre isso e deixe que essa mensagem se torne uma convicção de fé para você. Uma boa semana.