"Cristãos na teoria nem sempre são
discípulos na prática"



terça-feira, 13 de julho de 2010

Famílias a serviço do Reino!


Romanos 16.3-4 “Saudai Priscila e Áquila, meus cooperadores em Cristo Jesus, os quais pela minha vida arriscaram a sua própria cabeça; e isto lhes agradeço, não somente eu, mas também todas as igrejas dos gentios”

Paulo, na conclusão de sua carta aos romanos, faz a mais longa saudação de todas as suas cartas (Rm 16.3-16). Nessa conclusão, ele cita varias pessoas e algumas famílias que estavam a serviço do Reino de Deus. Essas pessoas e essas famílias servem de exemplo para nós ainda hoje, pois como é difícil abrir nossas casas e servir em meio a tanta correria em nossos dias. Paulo enfatiza justamente a necessidade de estarmos atentos para fazermos de nossa casa um ambiente de descanso e abrigo e fonte de benção nas mãos do Senhor. Voltemos ao passado e aprendamos com esses irmãos e irmãs que nos precederam. Gostaria de destacar três verdades que este texto de Romanos nos ensina:

1. Casas abertas para acolher (Rm 16.3-5; 14-15).

Priscila e Áquila eram hospitaleiros e acolhedores, faziam de sua casa uma extensão da igreja e um porto seguro, onde as pessoas encontravam um refúgio em Deus. As portas estavam sempre abertas para a adoração e proclamação da palavra. Hoje precisamos estar atentos, pois nosso lar é um dos principais instrumentos na evangelização e testemunho.

2. Corações abertos para consolar (Rm 16.13).

Paulo faz referencia a mãe de Rufo como uma mulher que cuidou dele como se fosse sua mãe. Esta mulher recebe um grande elogio de Paulo, mas nem ao menos seu nome é citado, mas com certeza no céu ela é reconhecida.
É maravilhoso para nós sermos balsamo para os que sofrem e âncora para os que enfrentam momentos de tempestades em sua vida.
A mãe de Rufo foi uma mãe para Paulo, e isso foi tremendo para Paulo, pois ele encontrou nesta mulher apoio e encorajamento, que só uma mãe é capaz de dar.
Temos um grande desafio: Sermos abençoadores. Termos sempre em nosso coração palavras de encorajamento as pessoas. Nossa língua precisa ser medicina que leva cura, nossas palavras precisam ser mel que alimenta e nossos atos precisam ser gestos que abençoam.

3. Mãos abertas para trabalhar (Rm 16.3; 6; 9; 12).

Paulo cita varias pessoas que foram suas cooperadores no reino, que puseram a mão no arado e foram prestativas em fazer a obra de Deus. Como discípulos devemos ser uma equipe de trabalhadores, ele nos chama ao trabalho. Temos o privilegio de sermos cooperadores de Deus no estabelecimento do reino entre nós.

Mateus 9.37-38 “E, então, se dirigiu a seus discípulos: A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara.”