"Cristãos na teoria nem sempre são
discípulos na prática"



sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Cultivando relacionamentos

Vivemos em uma sociedade que tem invertido os valores. As pessoas se esquecem de Deus, amam as coisas e usam as pessoas. Paulo nos ensina em sua carta aos Colossenses justamente o contrário: Ele diz que devemos adorar a Deus, amar as pessoas e usar as coisas (Colossenses 4.1-6). Em primeiro lugar ele destaca a oração. A oração é o oxigênio da alma, é a avenida que nos liga a Deus. A oração é o meio pelo qual podemos obter para nós e para os outros a satisfação das necessidades, tanto físicas como espirituais. Também é a arma divinamente estabelecida por Deus para combatermos os ataques do diabo e seus anjos. A oração é o meio pelo qual confessamos nossos pecados e a forma pelo qual as almas agradecidas consagram verdadeira adoração diante do trono de Deus.

Em segundo lugar ele destaca a palavra de Deus. Paulo não pede que se abram as portas da prisão, mas que se abram as portas para que a palavra seja ministrada (Colossenses 4.3). Às vezes você pode se sentir preso em sua rotina do dia a dia, mas como Paulo podemos entender que a palavra de Deus não esta algemada, por isso onde estivermos precisamos estar atentos para não deixar de anunciar a palavra. Temos aproveitado as dificuldades ou oportunidades da vida para pregar a palavra? Lembre-se a palavra não esta algemada.

E em terceiro lugar temos que ter urgência no testemunhar a Cristo. Devemos portar-nos com sabedoria com nossos parentes e amigos que ainda não conhecem ao Senhor. Isso diz respeito a nossa conduta diária. As pessoas ao nosso redor estão sempre nos observando. Nosso viver deve ser testemunho em nossas palavras, comportamento, casamento, negócios, estudo, trabalho. O andar e o falar na vida do cristão precisam estar em harmonia. Precisamos ter uma palavra boa e certa para cada circunstância. A mordomia do tempo como sendo um bem de Deus, com valor incalculável, é o ensino aqui (Colossenses 4.6), com uma chamada a investirmos toda nossa vida e energia em ocupações que serão testemunho positivo e atraente aos que são de fora do convívio da igreja. Devemos ter a palavra certa na hora certa, a palavra do discípulo precisa ser sempre verdadeira, oportuna, edificante e agradável. A expressão temperada foge dos dois extremos: Ela não pode ser nem insossa nem salgada. Sal demasiado é tão ruim quanto pouco ou nenhum sal. Não basta ganhar uma discussão, precisamos ganhar as pessoas a Cristo.
Lembre-se este é o nosso chamado: Fazer discípulos!