"Cristãos na teoria nem sempre são
discípulos na prática"



terça-feira, 19 de julho de 2011

Visão da História

A história não é dirigida por forças cegas. Deus está no centro dela, razão pela qual devemos olhá-la através do binóculo do Espírito Santo. Por aí, vemos a restauração, como processo histórico das verdades de Deus em cada geração, buscando alcançar a todos. A ação de satanás consiste em impedir que isto aconteça. Para tanto, atua no mundo e na igreja utilizando-se de estratégias especificas. A contemporização ou mistificação pelas super-ênfases diminuem ou acrescentam o conteúdo do evangelho do reino. Contemporizar significa assumir valores, motivações, tendências, modismo e praticas. Uma forma de agradar o sistema com o intuito de conquistá-lo. A mistificação pelas super-ênfases consiste no detalhamento (intelectual ou místico) exaustivo dos mistérios de Deus e das realidades espirituais. O fim disto é uma percepção gnóstica, onde o conhecimento controla as causas das coisas, independente da ação do Espírito Santo e da palavra escrita ou mesmo utilizando-se de ambos indevidamente.
Exemplificando, a juventude hoje, busca desenfreadamente sua realidade existencial. A música atual serve de paliativo ou inculturação (assumir a cultura). Não é incentivando que vamos alcançá-la verdadeiramente. É preciso restaurar a verdadeira adoração que implique em testemunho intransigente da verdade.
Não é menos verdade a atuação de demônios e que, as batalhas espirituais recrudescem à medida que o fim se aproxima. Isto implica em luta e estratégia biblicamente válida de confronto. Neste caso, precisamos descobrir que nível de sujeição a Cristo nos conduz à vitória que realiza o propósito de Deus na terra.
Uma reflexão do momento histórico nos leva a enxergar três verdades que estão sendo restauradas em nossos dias:
  • Um compromisso com a oração pessoal e coletiva;
  • Um compromisso com a unidade da igreja, através do qual, o senhorio de Jesus Cristo encontra verdadeira expressão e,
  • Um genuíno louvor que procede deste relacionamento de oração e comunhão do povo de Deus.
Não nos deixemos envolver por doutrinas estranhas que nos afasta da simplicidade de Cristo. Não permitamos que o encanto dos extremos nos tire do centro. Concentremo-nos naquilo que é o propósito de Deus. A vitória está garantida: “Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus.” (Mt 16.18-19).