"Cristãos na teoria nem sempre são
discípulos na prática"



quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Voltando ao primeiro amor

Vivemos em meio a uma onda de quebra de valores e princípios cristãos. Há uma desestruturação nas famílias e relacionamentos, além de conceitos equivocados de amor. O Senhor nos tem concedido dons para que cada um de nós possa servir uns aos outros de forma única, colaborando para que todos se aproximem do amor gracioso e real de Cristo Jesus.
Paulo em sua oração pelos efésios nos dá uma dica de como devemos nos portar hoje em relação aos relacionamentos que fazem parte de nossa rotina diária. Paulo fala sobre estar arraigado e alicerçado em amor, para podermos compreender a dimensão do amor de Cristo por nós (Efésios 3.14-21).
Hoje há pessoas famintas de amor, mas um amor inatingível! Por isso, a importância de ministramos o amor “arraigado e alicerçado” em Cristo Jesus, porque só em Jesus podemos encontrar a plenitude do amor que necessitamos. Paulo descreve o amor de Jesus como algo que tem largura, comprimento, altura e profundidade. Quando compreendemos seu imenso amor por nós, experimentamos a plenitude de Deus.
Toda esperança de transformação pode parecer improvável até impossível, quando olhamos para o estrago que o amor imperfeito e irreal, que muitas vezes nos tem sido oferecido numa gama de ofertas e escolhas têm causado a nossas vidas e relacionamentos.
Mas o poder de Deus não pode ser desprezado, a uma promessa nas palavras de Paulo: “...aquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo que pedimos ou pensamos...” Deus quer nos capacitar a viver este amor real, de forma que não mais nos sintamos famintos, feridos, irados. Deus é capaz de nos curar as feridas de um passado que nos consome. O amor que satisfaz, que dá vida, pode ser uma realidade, pois forma a base de uma estrutura correta e solida, digna de confiança e dependência na comunhão com os irmãos, em família e em todos os nossos relacionamentos. E este amor só podemos encontrar em Jesus: “e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor...”