"Cristãos na teoria nem sempre são
discípulos na prática"



segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Três níveis de relacionamento


1 João 1.5-10   “Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma. Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.”
1 João 2.1-2  “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.”
O relacionamento com Deus implica necessariamente em comunhão com os irmãos e evangelização do mundo. João convida as pessoas a terem comunhão fraterna decorrente da natureza e propósito desta comunhão. Ela é um testemunho dos cristãos para o mundo, um meio de alcançá-los também. Podemos ver nos textos acima três níveis de relacionamentos: 
1. Relacionamento com Deus
1 João 1.5-7  “Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma.Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade.”
 a. Luz  ---->  Santidade, verdade e vida:












      b. Trevas ----> Pecado, mentira e morte.
       











    Andar na luz então significa uma vida santa e verdadeira expressa em nosso proceder. Ao contrario, trevas expressa uma vida de pecado, mentira e morte.
      2. Relacionamento uns com os outros
   1 João 1.7-10 “Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.”
    O resultado da comunhão uns com os outros é a aplicação do sangue de Jesus que nos purifica de todo pecado (do grego άμαρτιας / hamartia). Isso diz respeito a nossa natureza caída (VS 8). É na comunhão que podemos confessar nossos pecados.
      3. Relacionamentos com os incrédulos
    1 João 2.1-2  “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.”
    Jesus é a propiciação (o perdão) pelos nossos pecados e também pelo do mundo inteiro (Cf. Jo 3.16). Nossa responsabilidade como cristãos é tornar conhecido esse mistério ao mundo através da evangelização.
    Portanto, não podemos ter um relacionamento estanque que para em determinada categoria: Eu me relaciono com Deus somente e posso até estendê-lo aos irmãos, todavia se fizermos assim nossa missão fica incompleta. Somos chamados para seguir Jesus, viver em comunidade e evangelizar o mundo incrédulo (Mt 28.18-20 e Mc 16.15-16).