"Cristãos na teoria nem sempre são
discípulos na prática"



sábado, 5 de janeiro de 2013

Luz e Trevas...


“E viu Deus que a luz era boa e fez separação entre a luz e as trevas...” (Gênesis 1.4).
A luz pode ser perfeitamente boa, desde que proceda de uma fonte suprema de bondade: “Haja luz.”  Nós temos desfrutado da perfeita luz: Jesus Cristo, por isso devemos ser gratos por ela brilhar em nossas vidas, demonstrando a presença de Deus em nós e através de nós!
A luz natural é importante e necessária, mas a luz do evangelho é infinitamente mais preciosa, pois ela nos revela as coisas eternas e nos aperfeiçoa em nossa natureza imortal.
Quando o Espírito Santo brilha em nós sua luz, abrem-se nossos olhos espirituais para contemplarmos a glória do Pai em Jesus Cristo, ai vemos o pecado em suas cores reais e para nós mesmos em nossa posição verdadeira. Vemos então a santidade de Deus e como Ele se revela, o plano de misericórdia como Ele propõe e ao mundo a Sua Palavra. 
A luz de Deus tem varias cores, mas, quer sejam elas conhecimento, alegria, santidade ou vida, todos são bens divinos. Se a luz recebida é assim tão boa, como deve ser a luz que reflete de nossas vidas? “Andai como filhos da luz...”  Luz e trevas não tem nenhuma comunhão, Deus as dividiu! Não podemos confundir: Os filhos da luz não devem ter comunhão com os feitos, ensinos ou enganos das trevas. Como filhos do dia devemos ser sóbrios em nossas atitudes e ações, honestos e corajosos em nossa caminhada como discípulos de Cristo. É necessário separar a luz das trevas, como o dia é separado da noite. Em nosso julgar, em nosso agir, em nosso ouvir, em nosso ensino, em nossas amizades devemos discernir entre o precioso e o vil e nos manter afastados de toda as obras das trevas.