"Cristãos na teoria nem sempre são
discípulos na prática"



quinta-feira, 30 de agosto de 2012

“Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo. Porque em Cristo Jesus nem a circuncisão, nem a incircuncisão tem virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura. E a todos quantos andarem conforme esta regra, paz e misericórdia sobre eles e sobre o Israel de Deus. Desde agora ninguém me inquiete; porque trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja, irmãos, com o vosso espírito! Amém.” (Gálatas 6.14-18).


terça-feira, 28 de agosto de 2012

Rendendo-se às pressões


“Por que buscais o vivente entre os mortos? Não está aqui, mas ressuscitou… E iam falando entre si de tudo aquilo que havia sucedido. E aconteceu que, indo eles falando entre si, e fazendo perguntas um ao outro, o mesmo Jesus se aproximou, e ia com eles… E ele lhes disse: Que palavras são essas que, caminhando, trocais entre vós, e por que estais tristes?… E eles lhe disseram: As que dizem respeito a Jesus Nazareno… E como os principais dos sacerdotes e os nossos príncipes o entregaram à condenação de morte, e o crucificaram...” (Lucas 24.5-6; 14-15; 17, 19-20).
Ao invés de ouvir apenas o claro testemunho do Espírito na Palavra de Deus, esses dois discípulos no caminho de Emaús, permitiram que sua mente vagasse sob a pressão das circunstâncias exteriores. Ao invés de permanecerem firmes na rocha inabalável da revelação divina, submergiam nas ondas tempestuosas do mar da vida. Em outras palavras, deram vazão para que a mente deles os fizesse cair sob o poder da morte, e, portanto, não é de se estranhar que o coração e a comunicação estivessem endurecidos e obscurecidos. Eles estavam se esquecendo de tudo aquilo que aprenderam do Senhor. As dificuldades que enfrentamos no dia a dia não pode ofuscar a graça soberana do Pai que se renovam a cada manhã em nossas vidas.
Você e eu já experimentamos momentos em que nos rendemos ao poder das coisas visíveis e temporais, em vez de vivermos por fé na luz do que é eterno e invisível. Mesmo os que declaram conhecer o Salvador ressurreto, que crêem estar mortos e ressuscitados com Ele, que têm o Espírito Santo habitando neles, às vezes se prostram e caem. Não é nesses momentos que precisamos de um desafio do Salvador?
Ao nos reunirmos ou ao andarmos pelo caminho, é bastante comum que nossas “comunicações” sejam tudo o que não deveriam ser. Certamente é deprimente ficar lamentando juntos sobre as obscuras situações que nos cercam: as variações extremas do clima, as previsões pessimistas dos economistas, a saúde precária, a violência, enfim, todos os assuntos, menos o tema correto, que é “o próprio nosso Senhor Jesus Cristo e nosso Deus e Pai, que nos amou, e em graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança” (2 Tessalonicenses 2.16).

sábado, 25 de agosto de 2012

O perigo na janela!

No livro de Atos vemos um milagre na vida de um jovem que me intriga. O texto está no capitulo 20.7-12. O apostolo Paulo acabara de chegar a Trôade e era um domingo. Os crentes se reuniram no cenáculo, uma sala num andar de cima da casa, para ouvi-lo, antes de sua partida para Jerusalém. Naquela noite Paulo os exortou e prolongou sua mensagem até a meia noite. Certo jovem, de nome Êutico, estava sentado na janela e tendo adormecido profundamente, caiu do terceiro andar e veio a falecer. Paulo, ao saber, imediatamente desceu a seu encontro e inclinando-se sobre o jovem morto, trouxe-lhe de volta a vida. Então subiu de novo ao cenáculo, celebrou a ceia do Senhor e continuou sua mensagem até o romper do dia. Amados, este episódio tem me ensinado algumas lições, e gostaria de compartilhar com vocês alguns pontos:
A janela é um lugar que oferece muitas distrações.
      A janela é um lugar onde as pessoas que estão dentro olham para fora e quem está fora dá uma espiadinha para dentro. Ficar na janela é estar dentro, mas observando o que se passa lá fora. Ficar na janela é ter a atenção dividida e o coração distraído por muitas coisas.  Êutico era um jovem cristão. Ele não abriu mão de estar reunido com os irmãos. Queria ouvir Paulo, mas, se sentou na janela. A janela parecia um lugar arejado e colorido que lhe oferecia muitas distrações, mas não era um lugar seguro. A janela foi o palco de sua queda. O principio de sua morte!
A janela é um lugar que divide o coração
      Êutico estava no cenáculo, mas seus olhos também se voltaram para o mundo. Em seu entendimento tinha escolhido um lugar privilegiado para se sentar, pois dali onde estava podia ver e ouvir Paulo. Mas sua escolha trazia também um perigo, pois ficava o tempo todo olhando pela janela. A janela roubava-lhe a atenção, distraia-lhe o coração e esfriava seu apetite pelas coisas de Deus. Por isso, sem perceber, foi perdendo o interesse pela palavra e não conseguia participar da unção que permeava naquele ambiente, a ponto de o sono o derrubar da janela. Êutico caiu da janela porque não estava totalmente focado no que acontecia na reunião. Enquanto os outros se deleitavam na ministração da palavra, Êutico foi vencido pela distração e caiu.
A janela é um lugar de quedas perigosas
      Quem cai de uma janela, cai para fora, não para dentro. Êutico caiu do terceiro andar e morreu. Sua queda foi uma tragédia. Se não fosse o milagre operado por Paulo, os dias de Êutico teria se encerrado precocemente. Literalmente a janela não é um bom lugar para ficarmos, pois ela nos afasta do ambiente de devoção. A Bíblia relata outras tristes passagens, sobre ficar na janela. O livro de 2 Samuel narra um triste acontecimento, envolvendo Davi e Mical. Mical critica Davi da forma como ele adorava ao Senhor. E este desagradável fato nos adverte para termos o cuidado para não cultivarmos um Espírito critico. Mical estando na janela desprezou seu marido (2 Samuel 6.16). Algo que me deixa pensativo neste ocorrido entre Davi e Mical é que ela escolheu ficar de fora do ambiente de adoração e no momento em que Davi distribui benção entre o povo ela não estava ao seu lado. Depois deste fato Mical nunca mais teve filhos (2 Samuel 6.23). Davi também viu uma janela aberta e uma mulher se banhando. Aquela janela aberta colocou Davi em uma terrível prisão de adultério e assassinato (2 Samuel 11). 
      As janelas hoje são mais coloridas e atraentes. As janelas hoje são mais numerosas e espaçosas. Encontramos hoje janelas por todos os lados. O mundo virtual escancara suas janelas sedutoras diante de olhares divididos na vida de muitos cristãos. Precisamos fazer uma escolha, não podemos ficar com o coração dividido. O discípulo de Cristo não pode ter um pé na igreja e outro no mundo. Não podemos ser amigos do mundo e ao mesmo tempo amigos de Deus (1 João 2.15 -  Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele;). 
      Concluindo, a janela é um lugar para ser abandonado. Quando Êutico caiu da janela, Paulo não gastou o resto da noite acusando os pais do moço nem responsabilizando a congregação pela tragédia. Ele desceu, trouxe a vida ao jovem e continuou a mensagem. Algo importante aqui é entendermos nossa posição em Cristo e não criarmos janelas que nos distraiam em nossa caminhada cristã. Ficar na janela é correr riscos, é distrair o coração com as coisas do mundo. 
      Sendo assim vale o lembrete: Sai da janela!!!!

sábado, 18 de agosto de 2012

O Dilema?


“Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus...” (Rm 3.23).  O dicionário Aurélio, traduz a palavra dilema por raciocínio cuja premissa é alternativa, de sorte que qualquer de seus termos conduz à mesma consequencia. Ou situação embaraçosa com duas saídas difíceis ou penosas. Popularmente significa: “Se ficar o bicho come, se correr o bicho pega.” O dilema então seria ficar ou correr, no fim entretanto o resultado é o mesmo. No texto acima, Paulo trata da posição dos judeus e gentios face a justiça de Deus. O dilema na natureza humana em sua condição atual, é que o homem se quiser ganhar, tem que perder (Mc 8.35). O homem foi criado para ser, ter e poder (Gn 1.26-28). Entretanto, são exatamente estas coisas que tem que renunciar para recuperá-las em outro nível.
A natural ambição humana de ser (dignidade, posição, status), de ter (riquezas, dons, talentos, sabedoria) e de poder (autoridade e domínio), deve ser crucificada, se almejar a vida significativa. A cruz é uma opção contrária aos anseios humanos potenciais, mesmo legítimos. Aqui se estabelece o dilema: “A glória de Deus somente é possível  através do homem renunciar a glória deste mundo.” A natureza humana em seu estado de rebelião é usurpadora. Paulo escrevendo aos Filipenses aponta para o exemplo de Jesus (Fp 2.5-11). Ele fez uma opção pela humilhação e obediência voluntaria, por isso foi exaltado: Jesus é a imagem de Deus (Hb 1.3); Está assentado a direita de Deus (Hb 1.3-4);  É todo poderoso, nos céus  e na terra (Mt 28.18); A Sua e a nossa opção para o trono (Hb 10.34 e 12.2). Desta forma, a solução do dilema consiste em: 1) Na humilhação: “eu não sou.”  2) Na renuncia: “eu não tenho.” 3) Na vida servil: “eu não domino.” Este é o caminho de retorno a verdadeira glória: A GLÓRIA DE DEUS!        


terça-feira, 14 de agosto de 2012

Aliança na vida do cristão


Mensagem ministrada por Jamê Nobre em nossa reunião de liderança na fonte Sta. Tereza - Valinhos - SP
“EIS Aí VEM DIAS, DIZ O SENHOR, E FIRMAREI NOVA ALIANÇA COM A CASA DE JUDÁ” Jr 31.31
“ESTE É O CÁLICE DA NOVA ALIANÇA NO MEU SANGUE DERRAMADO EM FAVOR DE VÓS” Lc 22.20 (Mt 26:26)
A Aliança é algo que se caracteriza como fundamental na vida do cristão. Essa palavra tem muitos sinônimos: concerto, ­coalizão, convênio, combinação, matrimônio, etc. O centro da Bíblia é o concerto, ou aliança, que Deus fez com o homem, por meio de Cristo. O próprio centro da História é a Nova Aliança, pois o calendário atual é concentrado na vinda de Jesus.
Quando Deus formou Adão tinha em seu coração o desejo de profunda comunhão. Algo que pode descrever o tipo de relaciona­mento que o Senhor deseja ter com o homem é o casamento, citado muitas vezes pelo próprio Senhor, e essa figura nos mostra, ainda que de forma imperfeita, como Deus quer nos tratar (O homem tornou imperfeito o casamento assim como todas as coisas que ele tocou depois do pecado).
Algumas verdades sobre a Aliança:
a)     A Nova Aliança foi mostrada por Deus quando matou um animal para cobrir a nudez de Adão. Foi mostrada também quando fez aparecer o Arco‑Íris.
b)    As alianças do Velho Testamento são aspectos da Nova Aliança. Era o que o homem podia ver e apontavam para a Aliança falada em Lucas 22.20.
c)     Quando o Senhor estabelece aliança com Abraão, está na verdade, fazendo aliança com toda a humanidade, a quem ele tanto ama. A Aliança com Abraão foi a maior das alianças do Velho Testamento.
No capítulo 44 de Jeremias podemos ler a história resumida não só do Livro do profeta, mas como a história do povo judeu e a causa do seu desterro e a restauração posterior. Ali vemos que o Senhor levou o povo para o cativeiro por causa da quebra da Aliança com Ele. Os judeus haviam deixado de queimar incenso ao Deus eterno para fazer a Astarote, que não era uma simples deusa, mas uma entidade plural que representava todos os aspectos da vida dos povos pagãos. Isto é, havia deuses que controlavam cada parte da vida de uma pessoa ou nação, por­tanto, Astarote pode ser tomada como a Grande Meretriz do livro do Apocalipse, que é um grande sistema (KOSMOS) de vida. A própria natureza de Deus é uma mostra da importância da Aliança: Ele é Jeová, o Deus guardador das alianças que se levanta contra aqueles que quebram a aliança feita com a mulher da sua mocidade (Ml 2.14).
Quando se deixa de viver para o Senhor e se passa a viver para si mesmo, isto é queimar incenso a Astarote. O incenso é o perfume da fumaça do sacrifício. A Aliança de Deus para com o homem é totalmente centralizada no sacrifício; quando alguém se dispõe a fazer aliança, a estabelecer um pacto, deve saber que isso vai implicar em sacrifício: vou sacrificar todas as coisas para que aquela aliança se mantenha de pé.
As mulheres disseram a Jeremias que enquanto elas sacrificavam incenso a Astarote, em aliança, eram prósperas, elas e suas famílias, não tendo falta de pão e não viam mal algum no que faziam; no entanto, quando deixaram de sacrificar a Astarote começaram a ter fome. Quem quer fazer Aliança com Jesus deve reservar seu incenso, seu perfume, o melhor de sua vida, somente para o Senhor. Isto é o que Jesus chamou sacrificar‑se a si mesmo, tomando a cruz, negando‑se no dia-a-dia. Não se pode fazer Aliança com Astarote e Jeová ao mesmo tempo.
Notemos alguns aspectos da Aliança mostrados em Jeremias 31, e os termos propostos pelo Senhor:
Capitulo 31.32 a 34
1.     Inscreverei a lei na mente
2.     “as leis no coração”
3.     Perdoarei não me lembrarei dos seus pecados.
4.     Dar-lhes-ei um só coração e caminho.
Capitulo 32.39-40
1.     Planta-los-ei e não serão mais desarraigados.
Comparar essas citações com At 2.42-47; 4.32 e Lc 22.20. Tomando por base esses textos poderíamos dizer que o Senhor cumpriu a Aliança?
Algumas alianças no Velho Testamento:
Texto
Celebrantes
Resultado
Gn 9:9
Deus e Noé
Proteção a Noé
Gn 21.22-34
Abraão e Abimeleque
Particu­laridade desta aliança: Abraão toma o testemunho de Deus, El Olam (o DEUS ETERNO).
Proteção mútua
1 Sm 18.3
Davi e Jônatas
Proteção mútua naquele momento e no futuro. (2 SM 9.6,7)
2 Sm 7.8‑17
O  Senhor e Davi
Proteção e pros­peridade no momento e no futuro
Ne 9.38
Deus e o povo
Ser guardado e protegido por andar na lei
Jr 34.8,9
Zedequias e o povo
Libertação dos escravos

Duas características fortes da Aliança:
1.     Proteção
2.     Fidelidade e lealdade
Deus sempre quis fazer aliança com o homem para que o pudesse protege‑r e ampara‑r e a única condição é que o homem andasse nos Seus caminhos. Para que o Senhor possa abençoar ao homem é necessário que esse esteja no Seu Caminho. Ali é o lugar da bênção de Deus.
Devemos lembrar que o objetivo da aliança é o nosso bem; Deus sempre quis o nosso bem, a nossa alegria; e para que isso possa acontecer Ele supriu uma nova aliança em Jesus Cristo, que nunca está quebrada. Nesta aliança nós temos vida eterna, temos saúde, temos paz, e nisto o Senhor é glorificado, pois Ele quer ver seus filhos bem.
A aliança com Deus produz na Igreja amparo entre seus membros, segurança, tranqüilidade e amizade. As pessoas que vierem para a Igreja já não serão estrangeiras, nem se sentirão assim, mas se sentirão na casa do Pai. Os irmãos estarão cheios de amor e isso cativará os perdi­dos.
Deixaremos os títulos e as formalidades e teremos intimidade com os nossos irmãos. Teremos e seremos amigos. Amigos que serão o nosso refúgio nesse mundo como Jônatas era um abrigo para Davi.
Um dos primeiros resultados da aliança é a amizade, e o andar longe de Deus produz a falta de afeição natural, conforme Paulo nos fala em Rm 1.31, mostrando ali que os homens, desprezando o conhecimento de Deus perderam o sentido de amizade, o que nos leva a crer que uma pessoa voltada para o Senhor é alguém que tem amizade e afeição pelos outros. A Igreja é o lugar onde devem acontecer as amizades mais profundas, por isso vamos ver alguns princípios de Deus na amizade.
Mateus 5.24 “... se lembrar que o teu irmão tem algo contra ti.... deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te (VOLTA EM AMIZADE)  com teu irmão; e, então, voltando, faz tua oferta.
Lições desse texto:
·         Reconciliação antes do culto formal.
·         Misericórdia antes do rito.
·         Moralidade antes da religiosidade.
·         Afeição filial antes do perdão divino.
·         Corretas relações humanas antes de corretas relações com Deus.
·         Honestidade e bondade para com os homens antes de receber a bondade de Deus.
A palavra usada para o amor de pai para com o filho é φιλότεκνος / PHILOTEKNOS = amizade com o filho. Outra palavra interessante, nesse contexto é κοινωνία / KOINŌNIA = ter tudo em comum. Isto faz parte da amizade.
I ‑ QUAL É O PROPÓSITO DE DEUS NA AMIZADE
·         Aperfeiçoar: Pv  27.17 ‑ O ferro afia o ferro e o homem ao seu amigo.
·         Ajudar ao próximo: Ec 4.9-10 Melhor é serem dois (mais frutos) Dn 2.17-18 ‑ Intercessão unida.
·         Zelo, cuidado: Lc 11.5‑8 ‑ O meu amigo chegou.
·         Proteção: 1 Sm 18.1; 20.17; At 19.31.
II ‑ O QUE ACONTECE NO RELACIONAMENTO ENTRE AMIGOS?
·         Apego, afeição: Rt 1.16 ‑ Onde fores
·         Participação: Jo 11.6 ‑ Vamos morrer com ele
·         Associação na necessidade: Fl 4.10-14
·         Altruísmo: Jo 15.13-15 ‑ Dá a vida por seus amigos
·         Franqueza, intimidade: Ex 33.11; Nm 12.8 ‑ Boca a boca
·         Confiança: Tg 2.23; Gn 15.6; 2 Cr 20.7; Is 41.8 ‑ Amigo de Deus.
III ‑ O QUE RECEBO E DOU NA AMIZADE?
·         Participação nos sentimentos: Jo 3.29 ‑ O amigo do noivo se alegra.
·         Compartilhar dos bens: Lc 15.6‑9; At 10.24; Rm 1.10-11.
·         Identificação, unidade: Pv 17.17; 2 Tm 1.16; Rm 16.4.
·         Sustento: Ex 17.12; Cl 4.10-11.
·         Ânimo: 1 Sm 14.6-7; Ed 10.4-5; Ne 4.16-17; Mt 18.19.
IV ‑ POSSO TER AMIZADE INDISTINTAMENTE?
·         Escolha: Pv 18.24 ‑ Muitos amigos prejudicam.
·         Sl 119.63 ‑ Sou companheiro dos que te temem.
·         Sl 16.3 ‑ Tenho todo o meu prazer nos santos (Rm 15.30-33).
V - QUAL DEVE SER A BASE DA AMIZADE?
·         Acordos e alianças corretos: Am 3.3 - Andarão dois juntos se não houver entre eles acordo? Fl 1.27, 4.2; 1 Co 1.10; 2 Co 13.11; 1 Pe 3.8;
·         Andar na luz: 1 Jo 1.7
·         Predisposição para ajudar: Rm 12.15 - Chorar com os que choram
·         Perceber e viver no poder reconciliador da cruz: Ef 2.14.17.
·         Predisposição para perdoar: Mc 11.25; Lc 11.4; Ef 4.32.
Viver uma vida de amizade e afeição traz benefícios ao indivíduo que assim vive, e testemunho para os de fora e, acima de tudo ALEGRA O CORAÇÃO DE DEUS.