"Cristãos na teoria nem sempre são
discípulos na prática"



quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Santidade

“A maior vergonha dos nossos dias é que a santidade que apregoamos é anulada pela impiedade de nosso viver!” (Leonard Ravenhill). Temos vivido dias difíceis onde a mensagem do evangelho tem sido deturpada diante de um estilo de vida cada vez mais governado pelo mundo. Há um divórcio entre o que se prega e o que se vive. Há uma distância entre a fé e as obras. Não vivemos o que pregamos e pregamos o que não vivemos.
Não há nada mais trágico do que um crente profano como Esaú. Nada mais é tão escandaloso quanto um cristão viver sem santidade. Deus nos escolheu antes da fundação do mundo para sermos santos (Efésios 1.4). Escolheu-nos desde o principio para a salvação, pela santificação do Espírito (2 Tessalonicenses 2.13). Por isso, a maior pedra de tropeço é alguém dizer-se cristão e viver como se Deus não existisse (Tito 1.16). O cristão carnal é mundano e pior do que o ateu. Nada há mais deformado do que uma ortodoxia fria, morta, desprovida de piedade. Nenhum veneno é tão mortal quanto uma pessoa dizer-se discípulo de Cristo e viver uma vida mundana e compactuada com o pecado. Não podemos viver somente com o rótulo: “Sou discípulo de Cristo.” Por fora ostentando o nome de Cristo, mas por dentro ser mundano. Como podemos ousar imaginar viver uma vida no pecado, sabendo que para nos libertar dele, Jesus morreu na cruz! Como podemos viver uma vida impura e sem santidade diante de um Deus santo! É impossível ser discípulo de Cristo e mundano ao mesmo tempo. 
Concluindo, a ausência de santidade é a causa do nosso fracasso e o grande obstáculo ao avivamento. Deus não usa vasos sujos. A falta de santidade nos desabilita, nos amarra. Quando a vida de um discípulo não é coerente, transparente, santa e irrepreensível, sua pregação é vazia, pobre, desacreditada e infrutífera. O apostolo João disse que “aquele que diz que permanece nele (em Cristo), esse deve também andar assim como Ele andou.” (1 João 2.6).   
No amor de Cristo, Chico.