"Cristãos na teoria nem sempre são
discípulos na prática"



terça-feira, 26 de novembro de 2013

A marca de Barnabé

“José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação)” (Atos 4.36). Ele nasceu José, mas por causa de sua vida marcada pelo amor e cuidado com os demais, ganhou o apelido de Filho da consolação. Os apóstolos observaram sua maneira de viver e viram que Barnabé era altruísta, e não egoísta. Toda vez que nos deparamos com Barnabé no Novo Testamento, ele está encorajando alguém. Em Atos 4.37, ele encoraja outros com a oferta obtida com a venda de uma propriedade sua. Vemos também Barnabé encorajando seu amigo Paulo. Quando Paulo veio a Jerusalém após sua conversão, os santos tinham medo dele, Barnabé foi o único que o aceitou e o levou aos apóstolos (Atos 9.26-30). Os dois formaram uma equipe que viajou junta milhares de quilômetros a serviço do Senhor.
Barnabé também agiu da mesma forma quando seu sobrinho, João Marcos (Colossenses 4.10), que viajava com Barnabé e Paulo na primeira viagem missionária deles, resolveu deixá-los no meio da missão (Atos 13.1-3). Mais tarde Barnabé quis lhe dar uma segunda chance, mas Paulo recusou terminantemente a ideia. Então Barnabé tomou Marcos e partiu em outra direção (Atos 15.36-41). Diz-se que “Paulo teve a aprovação dos irmãos, mas Barnabé conquistou o veredito da História”. Barnabé se tornou mentor de João Marcos, o qual, por sua vez, um verdadeiro servo de Cristo (Colossenses 4.10-11). Tanto que o próprio Paulo mais tarde instrui Timóteo: “Toma Marcos, e traze-o contigo, porque me é muito útil para o ministério” (2 Timóteo 4.11). Marcos falhou gravemente, e a pergunta de Paulo foi “o que ele pode fazer pela obra?” no entanto, a atitude de Barnabé foi “o que eu posso fazer por ele?” Se você recebesse um apelido dos que lhe conhecem, qual seria? Qual marca você tem deixado na vida das pessoas?